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5 de agosto de 2012

Conselhos valiosos para quem pretende ser um contador de histórias

- Aprenda a ouvir histórias, em primeiro lugar.
- Prepare-se estudando, pesquisando, ensaiando.
- Procure conhecer melhor as crianças, como funciona sua imaginação.
- Não tenha a pretensão de ensinar ou formar a criança. Apenas conte uma história.
- Pesquise e monte seu repertório. Com o tempo suas histórias ficarão mais fáceis de contar. E ganharão vida, porque você estará acreditando nelas.
- Todos os recursos são válidos para chamar a atenção: cantar, dançar, usar sotaque.
- É sempre bom usar objetos que estimulem a imaginação: um lenço enrolado num cabo de guarda-chuva pode ser uma linda rainha vestindo sua capa.
- Procure desenvolver sua sensibilidade. Se você acreditar que o lenço é a capa da rainha, a criança vai gostar mais do seu jeito de contar.
- Porém, procure sempre conhecer o universo das crianças para as quais você vai contar a história. O sucesso ou fracasso dos recursos que você vai usar depende disso. O lenço enrolado no cabo de guarda-chuva pode não significar nada para elas.
- Descubra a pontuação da história: os momentos de respirar, de se surpreender. Assim, a história ficará viva em você. E você se surpreenderá naquele momento, junto com quem está ouvindo, mesmo que tenha contado a mesma história mais de 100 vezes.
- Antes de começar a história, organize um espaço sem muitos objetos, elementos e movimentos que desviem a atenção de quem está ouvindo.
- No caso específico de hospitais, procure integrar à sua história os elementos que não podem ser eliminados (medicamentos, enfermeiros, camas).
- Faça reuniões com os demais contadores. Contem histórias uns para os outros.
- Acredite no que está fazendo.
In: WWW.VIVAEDEIXEVIVER.COM.BR

Como contar uma história

·         A história deve ser escolhida tendo em vista a faixa-etária das crianças que serão atendidas;
·         Ao contar uma história de preferência deve ser narrada e não lida;
·         Deve ser escolhida uma história de que você goste muito e deseja contar;
·         Leia essa história muitas vezes;
·         Feche os olhos e imagine o cenário, os personagens, o tempo...;
·         Escolha a voz para o narrador e para os personagens da história;
·         Exercite seu poder de concentração;
·         Tenha cuidado com sua postura e os vícios de linguagem;
·         Conte para alguém antes de contar para todo o mundo;
·         Na hora de contar, olhe para todos: o olhar diz muita coisa;
·         Seja natural, deixe falar o seu coração e seduza o ouvinte para que ele deseje ouvir novamente.

O que um contador de deve observar
·         O local;
·         A luminosidade;
·         O conforto, o silêncio;
·         A atenção;
·         Os elementos mágicos;
·         A surpresa;
·         A escolha e o preparo da história.

Uso da voz
·         Deve-se ter cuidado de falar com um volume que seja audível, porém que não irrite ou comprometida à atenção do publico;
·         O narrador deverá prestar atenção à dicção, pronunciar bem cada sílaba, não “engolir” as finais. A velocidade com a qual se fala poderá ser pouco mais pausada do que o normal; em momentos especiais, ela poderá ser mais rápida, o que passará a sensação de medo, de atenção, falar mais devagar passará a sensação de calma;
·         A Tonalidade da voz mais fina ou mais grossa para criar as vozes dos personagens;
·         Conte com suas próprias palavras, deixe a imaginação funcionar, isto é o que cria a mágica e não malabarismo da memória;
·         Se der “branco” em sua memória continue. Não fale mal, nem se desculpe. Continue descrevendo detalhes de cores, locais etc. Isso estimula a imaginação e ajuda a memória. Ou então, faça uma pausa, olhando todos nos olhos, como para levantar suspense (não olhe para o chão) Improvise!

Bonecos e fantoches

Existem diversos tipos de fantoches. Os mais simples podem ser feitos a partir de uma meia ou saco de papel ou simplesmente recortando silhuetas e colando-as a palitos de picolé.
Cada fantoche deve ter uma personalidade clara (ex. nervoso, tímido, orgulhoso.) e também uma voz que não devem mudar durante a história.
Não use fantoches apenas para narrar a história, converse com o boneco ou faça com que atuem.
Tome cuidado ao usar fantoches em um teatro, para que eles não caiam da cena, à medida que seus braços cansem e para que sua voz alcance a platéia. Cuidado com movimentos fora de sincronia, diálogos muito complexos e excesso de objetos e cenários. Mantenha contato visual (olhar) entre os fantoches e entre as crianças.
Há vários modelos de fantoches; e você pode aproveitar todos para que as crianças possam confeccioná-los e manipulá-los. Segue abaixo alguns tipos de fantoches de:
Saco de papel; Vara; Meia; Dedoche; Prato de papel; Cabo de vassoura; Rolo de papel higiênico; Colher de pau; Frutas ou legumes; Copos descartáveis; Caixa de leite; Copos de iogurte; Mão; Luva; Frutas; Retalhos de tecido.

  
artesanato.blog.br
 
www.painelcriativo.com.br 
 
http://educacaodeinfancia.com/fantoches-na-educacao-de-infancia/
 
http://professoracalu.blogspot.com.br/2012/02/historia-do-jujuba-em-sequencia.html
 
paposegoles.com.br
http://reciclagemesucata.blogspot.com.br/2010/10/animais-fantoches-com-papel.html
 
http://www.oartesanato.com/805/fantoche-de-girafa-feito-com-uma-meia
http://aprendendoacompartilhar.blogspot.com.br